Já tentaste, não foi?

Resoluções de Ano Novo… Como estão a correr até agora? Já tentaste, eu sei que tentaste….mas o stress acumulado no trabalho é suficiente para por um comboio a voar, e deixar de fumar talvez não seja para já.

Tentaste, eu sei que tentaste… Mas faz tanta falta aquele momento a que chamas meditação, aquele espaço temporal, meio sideral que suspende os problemas, onde tudo flui em nuvens de algodão doce. E tu tentaste, não stressar, não pensar, não fazer o intervalo, não acender o primeiro do ano…

Já tentaste, eu sei que tentaste… não te faltam os motivos…porque há um amigo que largou de uma hora para a outra, há o vizinho que nunca mais quis saber, aquele familiar que se finou, e há a vontade de poupar, a imagem que incomoda, a tosse que persiste, o filho que não desiste de perguntar, “quando é que vai ser?”

Tentaste, mas é que um cigarrinho não faz mal a ninguém, e agora até dizem que favorece a memória. Que não te faltem as desculpas…

Tentaste, e levaste contigo a dúvida, primeiro de como deixar: de vez, aos poucos, com pastilhas, com adesivos, com agulhas, com médico, sem médico, com maço no bolso, na mala, na secretária, na mesa de cabeçeira, na gaveta, no lixo…

Depois levaste o medo de conseguir, e ficar sem nada nas mãos, de ter tudo na cabeça, dos pulmões ficarem limpos e a mente (des)intoxicada, de ter as unhas por roer e os dedos por ocupar, de perder a companhia do café, o vazio depois da refeição. A tortura de encontrar o que faça bem para preencher o espaço que o fumo ocupa…

E regressaste com o medo de falhar. Porque tentaste, sucumbiste, desististe. Que dá tanto trabalho calar a voz que te diz que tem que ser já, que depois pode ser tarde, que depois pode não haver mais nada.

Tentaste, eu sei que tentaste. Foste e voltaste de (mais) outra tentativa para encontrar o que faça bem, e possa preencher o espaço que o fumo ocupa. Já tentaste. Só não sabes que vais conseguir! Que não há mal em não ter nada nas mãos e ter tudo na cabeça, que tens o direito a pulmões limpos, que é melhor roer as unhas e ocupar os dedos com o ar, que a melhor companhia do teu café és tu, e que depois da refeição, podes dar sossego ao teu filho e preencher o espaço que o fumo ocupava, com a vida que ainda tens para dar…


O que diz a investigação sobre Health/Wellness Coaching na cessação tabágica:

Imagem: HypeScience


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